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terça-feira, julho 02, 2013

terça-feira, junho 04, 2013

Compasso de espera



O goiânia rock news anda meio parado.




Mas a aparente inatividade esconde grandes mudanças. Aguarde...
















terça-feira, maio 28, 2013

Monster Bus



"Hoje eu vô pular catraca, na moral...




... Não vou pagar dois e pouco num serviço que não vale um real"
















Pechincha

quarta-feira, maio 22, 2013

A Virada não é caso de polícia



Na manhã de segunda feira (20), no rádio do táxi que me levava de volta ao aeroporto de Congonhas, a locutora fazia um balanço da Virada Cultural, ocorrida em São Paulo no último fim de semana (18/19). Mas nenhum comentário a respeito da extensa programação, já que o evento que reuniu 4 milhões de pessoas nas ruas da cidade produziu muito mais manchetes policiais do que culturais. Normal. Na lógica mercantilista da grande imprensa, más notícias são sempre boas notícias. Mas um latrocínio, uma morte por suspeita de overdose, muitos assaltos, vários furtos e uma série de “arrastões” não podem apagar a exuberância artística da Virada. 


(Fotos deste post retiradas do site oficial da Virada)


Fugindo dos assaltos da Praça da 
República, fui pego pelo cortejo ensurdecedor 
dos blocos na av. São João e quase preferi o arrastão


Desembarquei em SP na véspera da maratona de shows, com reserva num hotel do centro, pertinho do famoso cruzamento da São João com a avenida Ipiranga, o olho do furacão. Não levei câmera para a festa, escaldado que estava com o assalto que sofri no Rio de Janeiro no fim de março, e os vídeos que acompanham este post foram todos feitos com o celular.


A noite de sexta começou com um beirute de calabresa na Cachaçaria do Rancho, ali do lado – na Praça Dom José Gaspar, antes de atender a um convite para assistir ao espetáculo Humus, da Companhia Antônio Nóbrega, no auditório Ibirapuera. Mas como minha sensibilidade para a dança é claramente subdesenvolvida, não me atrevo a comentar a apresentação. De lá partimos para o regabofe da Companhia, numa noite regada a cerveja, suco de mexerica e muito bate-coxa.


As placas que indicavam a
direção dos palcos só me enganaram uma vez. 
Depois resolvi ignorá-las e me informar com a polícia


Aproveitei a manhã de sábado para passear pelo centrão. Comecei pela Galeria do Rock, e da Baratos Afins levei o vinil de Nobody Can Live Forever - The Existential Soul Of Tim Maia, compilação fina da obra do síndico feita pelo David Byrne, lançada ano passado pela Luaka Bop. Ali perto, na livraria Calil – autoproclamado sebo mais antigo de São Paulo, a Uli – minha mulher, arrematou quatro gravuras do século XIX que retratam a áspera relação entre índios e exploradores europeus. Na hora do almoço, voltei à Praça Dom José Gaspar para a feijoada do Pari Bar, que encheu o tanque antes do mergulho na programação da Virada. 


Pra abrir os trabalhos fui ver o Lucas Santtana no palco da 25 de Março e mesmo passando o som de última hora, atrasando o line up em mais de 50 minutos, os técnicos do baiano só acertaram a mão no fim do show, quando já me preparava para ir embora, pegar a fila do Municipal.





Lançado em 1977, O Filho de José e Maria foi o maior fracasso da carreira de Odair José, mas é de longe seu disco mais ambicioso. E se o reconhecimento demorou quase 40 anos para chegar, quando apareceu veio em traje de gala. A fila para pegar os ingressos do show em que o cantor goiano executaria o álbum na íntegra quase abraçava o Theatro Municipal. Já de ingresso na mão, amarguei  duas horas em outra fila para garantir uma vaga nas primeiras fileiras.

O Theatro municipal é um espetáculo à parte. Arquitetura europeia, decoração quatrocentona e atmosfera aristocrática. Nada a ver com o “cantor das empregadas”, mas por isso mesmo a combinação foi tão estimulante. À vontade no palco contornado por uma moldura dourada, Odair lembrou que na época do lançamento de O Filho de José e Maria sua intenção era apresentá-lo ali naquele tablado, mas a má-vontade e incompreensão de crítica e público enterraram suas ambições. Desiludido, o cantor retomou sua fórmula e resgatou o sucesso com o disco seguinte, intitulado Coisas Simples – uma negativa contrariada à sua própria complexidade artística.

Diante da plateia ganha, Odair alterou a ordem das canções e atualizou as gemas “De Volta Às Verdadeiras Origens” (suprimindo os arranjos de saxofone e errando a entrada do vocal - vide vídeo abaixo) e “Nunca Mais” no clímax da apresentação, somente igualado pelo bis com “A Noite Mais Linda do Mundo”, celebrada pelo público com uma ovação calorosa. Não fosse o George Clinton, teria sido o melhor show da (minha) Virada.





































Eumir Deodato, no Theatro
Municipal, reclamando de barriga cheia


Depois do Odair, já perto das 2 da manhã, a boa seria o show do Marcos Valle na praça da República, mas chegando lá quase caio em um dos vários arrastões da noite, o que me demoveu da ideia. Às 3 da madruga George Clinton e seu PFunk All Stars se apresentariam na Praça Júlio Prestes, mas munido de um ingresso para o mesmo show no dia seguinte, no Sesc Ipiranga, abri mão do risco e voltei para o hotel.


O domingo já começou cabuloso, com o encontro da lenda Pharoah Sanders com o São Paulo Underground. Pharoah é um dos melhores saxofonistas do jazz (e isso quem diz é o Ornette Coleman). São Paulo Underground é a franquia brasileira do Chicago Underground, ambos liderados pelo trompetista Rob Mazurek.

O céu nublado ajudou a pequena multidão reunida diante do palco do Pátio do Colégio a não derreter sob o sol do meio-dia, mas do radicalismo experimental do grupo ninguém escapou. Enterrado no improviso, o vocabulário jazz do conjunto foi pontuado pelo diálogo provocador e instintivo entre trompete e sax-tenor, sem nenhuma reverência exagerada para Pharoa, que já conta mais de 70 anos e passou parte da apresentação sentado. Antes da uma da tarde a banda encerrou seu set sob aplausos simpáticos de uma plateia que parecia não ter assimilado bem a polifonia cruzada do grupo.


Dispersada a multidão, segui o fluxo e, por acaso, dei com a apresentação do português Mário Moita, que entoava fados ao piano. Perto dali, almocei um pastel de carne antes de voltar ao Municipal para o show do Eumir Deodato, que faria seu disco de 73, Deodato II.

Nos intervalos das músicas, Deodato reclamava insistentemente da impossibilidade de fazer todas as  faixas do álbum apenas com 3 músicos no palco, explicando que deixara duas de fora do repertório daquela tarde. Mesmo assim, substituindo os desfalques por releituras de, por exemplo, “Berimbau” – de Baden Powell, o trio cumpriu tabela diante de uma plateia atenta.


Saindo do Municipal, voltei para uma 25 de Março completamente lotada para o show da Céu, que mesmo sem grandes surpresas fez a alegria da multidão com seus pequenos clássicos, como “Lenda”, “Cangote” (numa versão mezzo guitarrada paraense) e “Retrovisor”. Na última música eu já estava a caminho do metrô, na expectativa de fechar a Virada com aquele que era, pelo menos por mim, o show mais esperado da programação.





Cheguei ao Sesc Ipiranga esperando outra multidão, mas tive uma agradável surpresa ao descobrir que a audiência da apresentação não excedia, se tanto, umas 500 pessoas. Marcado para 6 da tarde, menos de meia hora depois os PFunk All Stars já ocupavam o palco, esquentando o público para a entrada triunfal de George Clinton. Mesmo com quase 72 anos de idade, Clinton ainda se mantém firme no papel de centro gravitacional do espetáculo, regendo 15 músicos com uma presença de palco transbordante de simpatia.

É verdade que o fundador do Parliament-Funkadelic quase não cantou, deixando a função para a série de vocalistas de apoio, e tomava o microfone para si somente em momentos-chave. O que não desabona em nada o show, que entre figurinos de cores berrantes, performances frenéticas e colisão de estilos, soou como uma exuberante ópera soul, pontuada por clássicos como “We Want the Funk” e covers como “Crazy”, do Gnarls Barkley.

Em dado momento da apresentação, sentindo cheiro de canabis vindo da plateia, George pediu para fumar, sendo atendido com um baseado atirado ao palco. Sem nenhuma cerimônia, Clinton acendeu e tragou uma vez, antes de guardar o baseado no bolso do terno marrom e seguir com o show.





Depois de uma hora e meia, George Clinton e os PFunk All Stars encerraram o espetáculo convidando o público para subir ao palco, que ficou tomado por dezenas de pessoas enquanto o frontman aproveitava a confusão para sair de cena discretamente.

E antes das 8 da noite de domingo a Virada Cultural chegava ao fim, num saldo infinitamente mais positivo do que faziam crer as manchetes da grande imprensa, alheias à enorme diversidade artística espalhada pela cidade e focadas nos acidentes policialescos de um evento culturalmente tão plural.









São Paulo é um cinzeiro



O Rio de Janeiro continua lindo, mas...




quinta-feira, maio 09, 2013

Gloom - Doce Mar



O Gloom acabou de soltar música nova.





Disponibilizada junto com arte do chapa Matias, "Doce Mar" se equilibra entre batida nordestina e metais latinos . Coisa fina.









Gloom - Tic Tac (Booom)



Gloom - Rocklab Sessions 




Barba, cabelo e bigode

Vazou o novo do Primal Scream - ouça e baixe agora



Primal Scream é preferência da casa e disco novo de Bob Gillespie e companhia, geralmente, é notícia boa.








Dá pra começar a ouvir More Light aí em cima (e completar a audição nos vídeos relacionados), mas pra baixar a peça, o caminho é esse.









O Feliciano que vale a pena



the number of the beats nº 3 - Hoje é pra dançar





Céu remixada



Duas faixas de Caravana Sereia Bloom, o terceiro disco da Céu - lancado no começo do ano passado, ganharam remixes de Pupillo (Nação Zumbi) e Dustan Gallas (Cidadão Instigado, Lucas Santtana).






Gosto muito da Céu mas, cá pra nós, Caravana Sereia Bloom é o trabalho menos inspirado da cantora e fica aquém da exuberância psicodélica do disco de estreia ou do apuro jamaicano de Vagarosa. Porém, mesmo não sendo um álbum incrível, está muito acima da média geral e merece a reverência. E das duas faixas remixadas, foi "Chegar em Mim" que carimbou aqui na editoria. Salve Pupillo.









Céu em Goiânia - 2 momentos



Céu + Cidadão Instigado = Beatles




terça-feira, maio 07, 2013

Uma noite histórica



De "Eight Days a Week" até "Golden Slumbers" (num medley com “Carry the Weight” e “The End), foram mais de duas horas e meia de um show recheado de hits dos Beatles, do Wings e da carreira solo de Paul McCartney - além da presença incômoda de insetos que rodeavam insistentemente o músico.


Foto: Marcos Hermes / Divulgação


"All My Loving", "Blackbird", "Lady Madonna", "Eleanor Rigby" e "Band on the Run" foram alguns dos grandes momentos da apresentação, mas foi a sequência matadora que enfileirou "Back in the USSR", "Let it Be", "Live and Let Die", "Hey Jude", "Day Tripper, "Lovely Rita",  "Get Back", "Yesterday" e "Helter Skelter", mais o belo show pirotécnico, que fizeram a coisa tomar proporções épicas.



"Live and Let Die" - ao vivo em Goiânia


Durante toda a apresentação os insetos insistiam em pousar sobre Paul, até que um deles foi batizado pelo cantor que, com muito bom humor, apresentou o grilo em seu ombro como "meu amigo Harold". Mas apesar dos convidados indesejados, Paul cumpriu com folga a missão de encantar os 45 mil presentes, na melhor segunda feira da história de Goiânia. Abaixo, o setlist completo:


All my Loving
Listen to What the Man Said
Let me Roll It
Paperback Writer
My Valentine
1985
Long and Winding Road
Maybe I´m Amazed
Hope of Deliverance
We Can Work it Out
Another Day
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Your Mother Should Know
Lady Madonna
All Together Now
Mrs Vanderbilt
Eleanor Rigby
Mr. Kite
Something
Obla Di Obla Da
Band on the Run
Hi Hi Hi
Back in the USSR
Let it Be
Live and Let Die
Hey Jude
Day Tripper
Lovely Rita
Get Back
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers/Carry the Weight/The End









quarta-feira, maio 01, 2013

Lobão X Pedro Alexandre Sanches



A programação completa da Virada Cultural de São Paulo sai só amanhã, mas os ânimos já estão alterados entre Lobão - atração do palco rock, e o editor do blog do evento - o jornalista Pedro Alexandre Sanches.

















































O Feliciano que vale a pena



Bananada 2013 - programação completa




Anthony's Reaction - Off the Chest



Engatado em moto-contínuo, o underground goianiense continua produzindo. Formado no começo do ano passado, só agora o Anthony's Reaction piscou no meu radar.




A fórmula não é nova e é bem conhecida, mas mesmo assim ainda funciona. As influências autoproclamadas são "post-grunge, progressiva e alternativa", refletidas não só nas guitarras, mas principalmente no timbre e inflexões do vocalista Guilherme Tristão, que revelam que o Diesel também é referência forte para o grupo.





No vídeo de "Euphoria", primeiro single de Off the Chest - EP lançado em janeiro último, o curioso é o acanhamento dos músicos, que tocam uma faixa tão envolvente quase imóveis, caprichando nas caras de paisagem.


Aí embaixo dá pra ouvir e baixar o EP.



Girlie Hell - Winter



Cherry Devil - Rock'n Roll Dancing Machine




terça-feira, abril 30, 2013

Bananada 2013 - programação completa



Muita coisa boa na programação do Bananada 2013.




Começando pelo Cambriana, passando pela Tulipa Ruiz, pela "ressurreição" do MqN e do Valentina, até chegar ao Brendan Benson e ao Mondo Generator. E isso sem falar no 1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City e na exposição coletiva dos chapas Galvão Bertazzi, Mateus Dutra e Ebert Calaça, além do Bicicleta Sem Freio e do Santhiago Selon.

Pena que os últimos dias do festival coincidam com a Virada Cultural de São Paulo, e o show do George Clinton e seu P-Funk All Stars seja uma tentação grande demais...



BANANADA 2013
Ingressos a partir de R$ 5
Informações: 3645-9531


13/05 – Segunda-Feira
Abertura – Bananada 2013
20h – 21h: Cambriana (Pocket Show)
Local: Fnac

“Como Macaco Gosta De Banana”
1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
19h – 22h: Esquenta Bananada – Oric (DJ Set)
Local: Belisquê Arte Chopp

Bananada nas Casas
23h – 01h: Gabb Borghetti
01h – 02h: Edu K
02h – 04h: Raul Majadas
Local: El Club

14/05 – Terça-Feira
Lançamento Blackbook #2 : Exposição Coletiva Com O Trio Bicicleta
Sem Freio, e os artistas Ebert Calaça, Galvão Bertazzi, Mateus Dutra e
Santhiago Selon
17h – 18h: Show Com Vida Seca
Local: Ambiente Skate Shop

Música Consciente
19h – 19h40: Bruna Mendes
20h – 20h40: Gloom
21h – 22h: Tulipa Ruiz
Local: Centro Cultural UFG (Praça Universitária)

15/05 – Quarta-Feira
Fábrica Do Som
15h – 18h: Beto Mejía (Recording Session)
19h – 22h: Cherry Devil (Recording Session)
Local: Rocklab

“Como Macaco Gosta De Banana”
1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
19h – 22h: Esquenta Bananada – Gigio + Julio César (DJ Set)
Local: Woodstock Bar

Bananada nas Casas
00h – 00h45: Beto Mejía
01h – 02h: Space Night Love Dance Laser (DF)
A partir das 02h: Daniel De Mello (DJ Set)
Local: Loop Estúdio

16/05 – Quinta-Feira
Un-Convention Goiânia 2013
14h – 15h30: Mesa 1 “Dra. Deborah Vs. Ecad” com Deborah Sztajnber
16h – 18h: Mesa 2 “Casas De Shows Pós Santa Maria”
Local: Teatro do Centro Cultural UFG (Praça Universitária)

Fábrica Do Som
15h – 18h: Amp (Recording Session)
19h – 22h: Hellbenders (Recording Session)
Local: Rocklab

“Como Macaco Gosta De Banana”
1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
18h – 19h : Barfly
Local: Velvet #36

19h - 22h: Esquenta Bananada – Fredox (DJ Set)
Local: Vai Tomá No Kuka Bar

Bananada nas Casas
00h – 00h45 : Overfuzz
01h – 02h : Amp
Toda A Noite: Marcelle Vaz (DJ Set)
Local: Diablo Pub

17/05 – Sexta-Feira
“Como Macaco Gosta De Banana”
1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
13h – 15h : Pedro De Castro (DJ Set)
Local: Tribo Restaurante

Un-Convention Goiânia 2013
15h – 17h30 : Mesa 3 “Academia Brasileira De Música” Com Marcos Boffa, Carlos Eduardo Miranda, Jonathas Vargas e José Flávio Junior
Local: Teatro do Centro Cultural UFG (Praça Universitária)

Fábrica do Som
15h – 18h : Uh La Lá! (Recording Session)
19h – 22h : Bruna Mendez (Recording Session)
Local: Rocklab

Bananada
18h – 18h30 : Nuvens Invisíveis (GO)
18h30 – 19h : Dry (GO)
19h – 19h30 : Cherry Devil (GO)
19h30 – 20h10 : Di Bigode (MG)
20h10 – 20h50 : Uh La Lá! (PR)
20h50 – 21h30 : Far From Alaska (RN)
21h30 – 22h10 : Mqn (GO)
22h10 – 23h : Walverdes (RS)
23h15 – 00h15 : Black Drawing Chalks (GO)
00h30 – 02h00 : Mondo Generator (EUA)
Intervalos: Pablo Kossa (DJ Set)
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer

18 de Maio – Sábado
“Como Macaco Gosta De Banana”
1º Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
14h – 15h : Niela
Local: Emi Cozinha Emocional

Fábrica do Som
15h – 18h : Far From Alaska (Recording Session)
19h – 22h : Dry (Recording Session)
Local: Rocklab

Bananada
18h – 18h30 : Boogarins (GO)
18h30 – 19h : Valentina (GO)
19h – 19h30 : Johnny Suxxx And The Fuckin' Boys (GO)
19h30 – 20h10 : Medialunas (RS)
20h10 – 20h50 : Single Parents (SP)
20h50 – 21h30 : Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
21h30 – 22h10 : Rollin' Chamas (GO)
22h10 – 23h : Fusile (MG)
23h15 – 00h15 : Cambriana (GO)
00h30 – 02h : Brendan Benson (EUA)
Intervalos: Lucas Manga (DJ Set)
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer

19 de maio – Domingo
“Como Macaco Gosta de Banana”
1° Circuito Gastronômico De Goiânia Rock City
13h – 15h: Júlio Lemos Trio (GO)
Local: Glória Bar e Restaurante

Fábrica Do Som
15h – 18h : Medialunas (Recording Session)
19h – 22h : Cambriana (Recording Session)
Local: Rocklab

Bananada
17h – 17h40 : Aurora Rules (GO)
17h50 – 18h30 : Girlie Hell (GO)
18h40 – 19h20 : Kamura (GO)
19h30 – 20h10 : Elma (GO)
20h20 – 21h : Mugo (GO)
21h10 – 22h : Hellbenders (GO)
Intervalos: Renatão (DJ Set)
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer















segunda-feira, abril 22, 2013

Cambriana relança "Vegas" em videoclipe



O Cambriana divulgou hoje uma nova versão de "Vegas", música que abre House of Tolerance - o disco de estreia do grupo.






A faixa foi regravada num estúdio montado pela própria banda, que diz, em seu perfil no FB, ter decidido refazê-la "pra ver como ela ficaria depois de um ano de experiência em gravação, produção e mixagem". O grupo divulgou também um vídeo para a música, feito de dentro de um carro em movimento.









Girlie Hell - Winter (vídeo-clipe)



Dom Casamata - Zitão da Macedônia (clip teaser)




sexta-feira, abril 12, 2013

O Feliciano que vale a pena




Enquanto aquele lá, caso perdido de delírio religioso, não pede pra sair, o negócio é ouvir o Feliciano que, em 1968, gravou um disco que vai de The Doors a Jorge Ben em poucos movimentos. 




Sua versão para "Light my Fire", lançada no ano seguinte à original dos Doors, ganhou o topo de todas as paradas pop, levou dois Grammys e estourou as vendas do disco, que trazia também o clássico "Nena Naná" - de 65, com sotaque gringo, grafia modificada e um erro de crédito que transformou Jorge Ben simplesmente em Beam.





Além de Doors e Jorge Ben, a lista do disco ainda tem Beatles ("In My Life", "And I Love Her" e uma versão instrumental para "Here There and Everywhere"), Burt Bacharach ("Always Something There To Remind Me"), Fred Neil ("Just a Little Bit of Rain), Bobby Hebb ("Sunny"), Tom Paxton ("The Last Thing on my Mind") e Gerry Marsden ("Don't Let The Sun Catch You Crying"). José Feliciano é porto-riquenho, cego de nascença e mora nos Estados Unidos.


Garimpei essa pérola na Tracks, loja de discos mais festejada do Rio de Janeiro, junto com dezenas de outras pequenas maravilhas pescadas também na Baratos da Ribeiro e nuns sebos toscos de Copacabana e do Centro.









O Rio de Janeiro continua lindo, mas...



Cai pro Pau, Gordim Mané - Brandão pra Download



Quase

quinta-feira, abril 11, 2013

Os Mutantes em Goiânia?



Não é a primeira vez que esse boato circula pela cidade, mas parece que agora é sério. Há quem garanta que Os Mutantes (sem o Arnaldo, só com o Sérgio Dias) desembarca no palco do Bolshoi no começo de julho com o show do disco novo. Depois segue para Brasília, onde se apresenta no Museu da República. No momento a banda se encontra em turnê pelos EUA.




Muita gente torce o nariz pra esse Mutantes ressuscitado, eu mesmo não fiquei convencido com aquele Haih or Amortecedor, mas ao contrário dessa mesma maioria eu gosto de muitas coisas daquele Mutantes pós-Rita Lee e até mesmo da fase pós-Arnaldo Baptista.

Depois de direcionar a banda no caminho do rock progressivo com O A e o Z, Arnaldo deixou o grupo, partiu pra carreira solo e, em 1974, lançou o fundamental Loki?. No mesmo ano Sérgio Dias, depois de remendar os Mutantes, lançava Tudo Foi Feito pelo Sol, disco que na opinião da casa está ali, pau a pau com os melhores títulos do conjunto.

Já vi Os Mutantes ao vivo depois da ressurreição, no SWU de 2010, e mesmo que essa formação que, dizem, vem a Goiânia seja só mais um frankstein que o Sérgio Dias costurou, se a notícia se confirmar vou lá no Bolshoi assistir de perto e tenho quase certeza que vai ser bem divertido.









Los Mutantes



Sicodelia brasileira




terça-feira, abril 09, 2013

Cherry Devil - Rock'n Roll Dancing Machine



Guitarras ásperas e um refrão ganchudo.







Assim é "Rock'n Roll Dancing Machine", o single novo do Cherry Devil - mais um que confirma a tradição barulhenta do rock goiano.









Girlie Hell - Winter



Johnny Suxxx n' the Fucking Boys - Monday Morning




segunda-feira, abril 08, 2013

A Legião vai ao cinema (2): Faroeste Caboclo - O trailer



Tá pra sair o filme baseado na letra do maior hit da legião Urbana.






Pelo trailer, a fita é um "bem-bolado" de favela-movie com novela das 8. Ou seja, tem tudo pra ser mais um sucesso de público que ninguém vai se lembrar daqui 10 anos.









A Legião vai ao Cinema - I



Rock Brasília: Um filme de rock?




Funk Como Le Gusta, CJ Ramone, Deceivers e MVBill no Tattoo Rock Fest 2013



O festival é no fim de junho, mas o "esquenta" é já no dia 11 de maio no C.C. Oscar Niemeyer, com Mugo, Macakongs 2099, Girlie Hell, Mechanics, Matanza, Asteróid 66, Bruto e Derrame.































































28/06
CJ Ramone (EUA)
Andre Matos (SP)
Kamura (GO)
Deceivers (DF)
Figado Killers (GO)

29/06
Velhas Virgens (RS)
Paura (SP)
Canastra (RJ)
HC 137 (GO)
The Galo Power (GO)

30/06
Funk Como Le Gusta (SP)
MV Bill (RJ)
Hillbilly Rawride (PR)
Chimpanzés de Gaveta (GO)

Oficinas
Tatuagem: Marcelo Mordenti, Bola Leandro Fleck

Piercing: Ronaldo Sampaio (Snoopy), Luciano Iritsu, Compadrito Anibal

Marketing e Propaganda na Tatuagem: Alessandro (Almanaque Brasileiro















Brandão pra Download



Cai pro pau, gordim mané é um disco cheio de referências ao rock/pop goiano (Pó de Ser, Réu e Condenado, Bucetildz), além de mais nova aposta do músico e produtor cultural Carlos Brandão








Já falei disso aqui, mas agora o recado é pra avisar que o Brandão liberou o álbum pra download, que pode ser feito na página oficial do cantor, ou aqui mesmo









Escola do Rock





Dom Casamata - Zitão da Macedônia (clip teaser)



Esperando o lançamento de seu primeiro disco, que quando sair vem em vinil, o Dom Casamata liberou o teaser de mais um clipe, dessa vez para "Zitão da Macedônia".





O bolachão de estreia do grupo goiano é um dos álbuns mais esperados do ano aqui na editoria e tanta expectativa se deve aos shows poderosos do trio.





Acima vai uma pequena amostra do calibre da banda ao vivo, registrada no Centro cultural UFG em setembro do ano passado:









Dom Casamata - Insecto Oficial



Dom Casamata Tipo Exportação




Girlie Hell - Winter



Saiu o clipe do primeiro single do novo da Girlie Hell.








Girls Just Wanna Have Fun!









Carlos Brandão canta o rock goiano



Girlie Hell lança clipe de Walk Away




quarta-feira, abril 03, 2013

Johnny Suxxx n' the Fucking Boys - Monday Morning






Vaibe instagram, guitarrinha safada e roteiro importado da sessão da tarde. Curti.









Grieve - Slowler



Señores e os Balões de Ar




Ainda o Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro continua lindo, mas...



Ser assaltado no Rio de Janeiro é um clichê que eu não consegui evitar. Em 33 anos em Goiânia fui assaltado duas vezes, em uma semana no Rio fui assaltado a metade disso. Mas o chavão da cena foi tão cinematográfico que fico imaginando se não poderia fazer parte do pacote turístico.



Fotos deste post: Uliana Duarte (exceto*)


Pegar um bronze na praia de Copacabana, passear no bondinho do Pão de Açúcar e, para quem gosta de adrenalina, um salto de paraquedas da pedra da Gávea e um assalto típico com direito à gíria de malandro: “Perdeu, perdeu! Vamo levá tudo”. Não é brincadeira. Mesmo espumando de raiva e imaginando maneiras nada nobres para uma vingança impossível, ao rememorar o episódio não pude deixar de pensar que, fosse em qualquer favela-movie, a cena mereceria críticas severas pela falta de imaginação. 



Virando a esquina...


Um casal de turistas subindo a ladeira de Santa Tereza. Mochila nas costas, bolsa e câmera fotográfica no ombro. Depois de uma curva o casal dá de frente com três garotos mulatos. Dois deles acompanham o casal, enquanto outro fica na retaguarda: “Perdeu, perdeu! Vamo levá tudo. Mostra o oitão aí!”. Tudo acontece muito rápido, um garoto arranca a bolsa e a câmera, enquanto outro puxa a mochila. Todos saem correndo pela escadaria estreita de um beco lateral. Ele corre atrás, mas só consegue fazer um dos assaltantes perder os chinelos e seguir descalço. A única coisa que sobra nas mãos é a sacola com os discos que havia acabado de garimpar nuns sebos do Centro.



Rio de Imagens: uma paisagem em construção - Museu de Arte do Rio


Mas não fui roubado só pelos trombadinhas que “foram obrigados a diversificar os negócios depois que o tráfico nos morros foi dificultado pelas UPPs” (palavras do agente Fernando, policial civil que me atendeu na delegacia), no táxi que peguei no aeroporto, logo na chegada, o taxímetro parou de funcionar misteriosamente depois de uns 3 quilômetros e o preço estimado pelo motorista para a corrida, após um pedido de desculpa pelo “problema técnico”, foi bem acima do valor real, fui descobrir depois.



Rio de Imagens: uma paisagem em construção - Museu de Arte do Rio


Quase pude ouvir o anúncio com voz de locutor canastrão: Venha para o Rio de janeiro, conheça a famosa malandragem carioca e descubra o otário que há em você. No primeiro clique em solo fluminense fotografei um aforismo anônimo registrado num poste perto da pousada: “Filho da puta não tem mãe”



*Foto por Higor coutinho


Fora o casal de gringos que teve infinitamente menos sorte do que eu e minha mulher e, além de roubados e sequestrados numa van, foram submetidos à brutalidade e escrotidão humanas em graus avançadíssimos. A morte é muito pouco para quem é capaz disso.



Rio de Imagens: uma paisagem em construção - Museu de Arte do Rio


E, depois de tanto barbarismo, nem a Baía de Guanabara ali na janela, nem a linguicinha com maionese de batatas do Braseiro da Gávea, nem o lindo e novíssimo MAR – Museu de Arte do Rio, nem o pastelzinho de camarão na mureta do mar na Urca, nem o saldão de vinis da Tracks, nem o show do Two Door Cinema Club no Circo Voador, nem a feijoada alemã da Adega do Pimenta e nem mesmo todas as tantas vistas paradisíacas que o Rio de Janeiro tem, puderam apagar certo medo constante de que dois ou três malandros cariocas transformassem minhas férias (ou minha vida) num pesadelo.










terça-feira, abril 02, 2013

O Som ao Redor pra download



Quase 1 ano e meio depois de lançado e 3 semanas após ser disponibilizado para venda no Itunes, um dos melhores títulos do cinema nacional recente finalmente caiu na rede.  




Mas o diretor Kleber Mendonça Filho, sabiamente, não lamenta o fato e publicou um recado no FB para tranquilizar aqueles que acham que isso prejudica o filme:


Olá Amigos

Temos recebido muitos emails alarmados com um início de pirataria de O SOM AO REDOR. Peço que fiquem tranquilos, demos sorte, levou um ano e quatro meses para o filme finalmente cair na rede. Faz parte. O filme está tendo uma super carreira nas salas e chegou ao iTunes 3 semanas atrás, e agora virou arquivo de compartilhamento, como era previsto. O termo "pirataria" é meio complicado, na forma como é usada. Pirataria para mim é um esquema comercial de venda ilegal de filmes, meio baixo astral. Para esse pessoal, desejo que pisem num Playmobil descalços. Para os que não vendem ou ganham dinheiro com esse filme, mas querem vê-lo e querem que outros vejam através de torrents e troca de arquivos, a tecnologia existe, está disponível, usem-na com sabedoria. O SOM AO REDOR continua disponível para download no iTunes, onde a qualidade é excelente sempre e onde quem fez o filme será pago. Para mim, é como ir numa festa e levar uma garrafa de vinho ou vodka, ou umas latas de cerveja, para aumentar o nível de brodagem do encontro. Para quem não chegar com bebida, a festa (ou o filme) será bem recebido do mesmo jeito. Obrigado!  



Kleber Mendonça Filho

















quinta-feira, março 21, 2013

Prego anuncia fim do Pata de Elefante



O fim da história de, disparado, um dos melhores shows do rock brasileiro.




Uma pena. Mesmo.



Vi no FB do Prego.









Band on the run



the number of the beats nº 3 - hoje é pra dançar




Show do Paul McCartney em Goiânia pode ser cancelado



Em toda a América Latina, aliás.





Pelo menos é o que está dizendo o Flecsh, do Destak, no twitter.
















quarta-feira, março 20, 2013

Vazou o novo do Strokes



Não que as músicas já divulgadas sejam lá essas coisas...




... mas em todo caso, Comedown Machine está na rua.









Exposição Gil70 em Brasília



Soem as trombetas, Paul McCartney em Goiânia




Rustoff e Plus Galeria promovem workshop de estêncil em Goiânia



Artista vai ensinar a técnica, preparação do desenho, 
manuseio de materiais e aplicações em suportes variados


artista plástico Rustoff vai ministrar um workshop de estêncil em parceria com a Plus Galeria, nos dias 6 e 7 de abril, sábado e domingo, em Goiânia. A matrícula inclui todos os materiais necessários e tem o valor de R$ 250,00. Cada aluno receberá seu certificado ao final do curso, que será realizado na galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul).

Neste workshop, o artista apresentará seu processo de confecção dos moldes de estêncil, desde a criação da imagem, passando pelo corte até a aplicação para diversas finalidades: arte de rua, adesivos, estamparia e produção artística.





Pesquisador da técnica estêncil há sete anos, Rustoff faz parte da nova geração de artistas plásticos goianos. Com apenas 27 anos, ele já tem no currículo exposições em São Paulo e Goiânia, onde suas telas já foram expostas no Museu de Arte de Goiânia (MAG) em 2011. Atualmente, seus trabalhos sãovendidos exclusivamente na Plus Galeria.


Desde 2006, o artista produz constantemente, e além das telas, também faz graffitis e cola pôsteres artísticos, conhecidos como “lambe-lambes” em diversos espaços públicos da capital.

O estêncil é a técnica que consiste em construir moldes para graffiti, expressão mais popular da arte de rua. No início dos anos 1980, artistas que trabalhavam com esse método desenvolveram o estêncil para obter mais rapidez nas pinturas. Rustoff começou a usar a técnica por causa do graffiti, e se especializou ao longo do tempo, desenvolvendo moldes com materiais diversos e aplicações em suportes variados.

Para reservar participar do workshop, é preciso entrar em contato com a Plus Galeria pelo email contato@plusgaleria.com. As vagas são limitadas.

Contatos Plus Galeria
(62) 3278-2582 / 8428-3867


SERVIÇO
O quê: Workshop de estêncil com Rustoff.
Quando: 6 e 7 de abril, (sábado e domingo), das 13h30 às 18h30.
Onde: Plus Galeria, Rua 114 nº70, Setor Sul. Goiânia- GO.