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quarta-feira, janeiro 09, 2013

Os melhores de 2012 - Fabius Augustus



Na sequência da investigação sobre o melhor do ano passado, quem dá seus pitacos é o Smooth, líder de uma das melhores formações da história do rock goiano.




Desde que a Luna nasceu, eu costumo dizer que finalmente me tornei adulto. Digo isso baseado na recordação que trago de meu pai, que quase sempre estava com sua mente voltada pros negócios e com isso relaxava menos do que deveria. Quero dizer com isso que da mesma maneira que há cinco anos não jogo uma partida de videogame com o Luan, eu não tenho escutado música como gostaria. Em casa eu tenho videogame e tenho internet. Em contraposição a tudo que disse até agora, compartilho a alegria de estar mais envolvido que nunca com a cena musical de Goiânia, que tem se mostrado inspirada e profissional. Vou falar então o que acho dos discos, músicas e shows daqui.


Melhor Disco
Se é pra falar de um disco que foi lançado no ano de 2012, eu fico com o No Dust Stuck On You , do Black Drawing Chalks, destacando o senso estético bem definido e que não falha em momento algum durante todo o álbum. As canções muito bem escritas e os arranjos de base super criativos, marca registrada da banda. Mas gostaria de mencionar a enorme emoção que senti ouvindo Direito De Ser Nada (2011), do Violins, destacando que eu chorei…





Melhor Música
“The Sad Facts”, do Cambriana, é a canção do ano pra mim, muito bem arranjada, trimbres eletrônicos legais e uma performance vocal impecável. Gostaria também de mencionar a candidata a hit “Street Rider”, do BDC, e “My Dear”, do Casa Bizantina, que são músicas que eu gosto muito.





Melhor Show
Foi no palco do Bananada 2012 que eu assisti o show do Violins, que foi o que mais curti esse ano, mas gostei demais também do Band Of Horses durante o Lollapalloza.



Fabius Augustus, o Smooth, foi guitarrista/vocalista do Vícios da Era e é produtor musical e engenheiro de som.









Melhores de 2012 - Edimar Filho



Os melhores de 2012 - Gabriel Thomaz + Marlos Japão




domingo, junho 10, 2012

Violins por Macaco Bong



Bruno Kayapy, guitarrista do Macaco Bong, anunciou agora no fim da tarde de domingo que vai fazer uma versão para "Festa Universal da Queda", do Violins. O recado foi postado em sua página no FB:




fiquei o dia com essa música na cabeça e surgiu uma idéia pra ela para uma versão, Titio Beto deixou,vou fazer ein?..  


ah se eu pudesse ter agora um backline montado em cada canto que eu fosse. um sonho pra qq músico..mas vai rolar!! =). essas coisas de qndo vc acorda com o som na cabeça é porque é a música querendo te dizer algo. sempre é..rsrs.. engraçado essas coisas.


"Festa Universal da Queda" - Violins













Macaco Bong 360°



Macaco Bong Inédito




domingo, abril 29, 2012

Violins no Diablo


Há algum tempo longe dos palcos, sexta feira passada o Violins tocou no Diablo Pub com a casa lotada. 





No próximo domingo a banda se apresenta novamente, dessa vez no Bananada 2012, mas foi lá no palquinho do Diablo que o grupo pôde tocar sem preocupação com o relógio e resgatar alguns de seus pequenos clássicos como "Grupo de Extermínio de Aberrações", "O Piloto Russo na Aldeia Suskir" e até "Ok, Ok", que arrancaram um coro comovido de uma plateia atenciosa e que contava com Fabrício Nobre, Edimar Filho (Black Drawing Chalks) e o produtor Gustavo Vasquez entre seus membros mais entusiasmados.




















sexta-feira, abril 27, 2012

Violins + grnews + Clube Recreativo do Escambo



Logo mais o Violins lança o clipe de "É Como Está" e a versão física de seu último disco, Direito de Ser Nada, lá no palco do Diablo Pub.




E pra animar a pista divido os cd-jotas com o chapa Ivan Pedro, do Clube Recreativo do Escambo. Te vejo lá?











Rain Machine no Diablo Pub




Violins - É Como Está (O Clipe)











quarta-feira, abril 18, 2012

Violins - É Como Está (O Clipe)






E semana que vem tem show de lançamento de Direito de Ser Nada - o disco físico, com capinha, encarte e tudo mais.































quarta-feira, novembro 03, 2010

Goiânia Noise 2010

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Não é de hoje que o Goiânia Noise Festival monopoliza as atenções do independente nacional em novembro, recebendo, além das bandas convidadas, um batalhão de produtores agentes e jornalistas, o que transforma a cidade no epicentro da movimentação indie brasileira do período.




Expandido para o meio da semana desde 2008, o festival será mais uma vez realizado no tradicionalíssimo Centro Cultural Martim Cererê (já que as mobilizações para a reabertura do C.C. Oscar Niemeyer deram com os burros n’água, pelo menos em 2011 2010), com um apêndice dominical no pátio da Ambiente Skate Shop encerrando a programação.


Mas é o primeiro dia de festa que você não pode correr nenhum risco de perder. Nascido para ser grande, o trio instrumental Macaco Bong traz a Goiânia o show que estreou, em janeiro último, no Auditório Ibirapuera em São Paulo, e que foi montado também no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (onde ocorreram as gravações de seu primeiro DVD, cujo conceito colaborativo de captação de imagens tirou o público da passividade e deu a ele a co-autoria do filme). Macaco Bong e Convidados, o show, reúne num mesmo palco o pianista indie-erudito Vítor Araújo e o naipe de metais do Móveis Coloniais de Acaju, além dos tambores do Jack, percussionista do Porcas Borboletas. Originalmente, o encontro ainda contava com a presença de Siba, ex-Mestre Ambrósio, atual Fuloresta do Samba.


À época do show, rabisquei aqui as seguintes linhas sobre o áudio da première, em SP:


Se o jazz, até então, não ia além de uma intuitiva e habilidosa insinuação, em meio às ondulações eróticas e gatilhos de violência instrumental, nessa reunião superlativa o diálogo entre a concupiscência da guitarra de Bruno Kayapy e a esperteza melódica do piano de Vitor Araújo, encaixado por sobre o frenetismo calculado dos metais e o reboar oco da percussão, arrastaram as belas suítes do grupo para perto da síncope perfeita.



E como ontem foi Dia de Los Finados...


Já na quinta feira será a vez dos santos de casa praticarem o milagre, e a dobradinha de Mugo e Violins tem tudo pra segurar a turma até o fim da noite. Na sexta, a pedida é o quarteto lo-fi argentino El Mato A Un Policia Motorizado, dono de um show absurdamente intenso. Mais pro fim da noite, antes do Krisiun reger a massa cabeluda e botar abaixo o teatrinho-caixa-d’água, o grande lance é aproveitar o ambiente teen-free da “arena” ao lado para assistir ao show do Otto, que em Goiânia não deve se abster dos palavrões que escondeu para entrar na trilha da novela da Globo.


No sábado, dia de line-up menos atraente, o destaque possível é o show do Musica Diablo, ainda que meu interesse seja menos por estima que por pura curiosidade, mesmíssima sensação que a única atração internacional da noite, o também quarteto The Mummies, desperta em mim. E no suplemento dominical da festa, a única banda que talvez me tire de casa é o Galinha Preta, melhor grupo de hardcore comediante do Distrito Federal.







segunda-feira, setembro 14, 2009

Welcome Back!

Confirmando uma das melhores notícias do independente brasileiro em 2009, o primeiro show do Violins desde sua (segunda) ressurreição foi em Belo Horizonte, no festival Garimpo, no finde passado. Lá no palco mineiro a formação clássica do grupo dono de uma das mais relevantes discografias do atual rock brasileiro reeditou os sucessos de 4 de seus 5 discos diante de fãs emocionados, guardando espaço até para música nova, caso de "Sinal de Trânsito", inteiramente receptiva ao vosso play aí embaixo:




Aos fãs locais resta a paciência, ainda que eu seja capaz de apostar que um show no quintal de casa não demore (nem um sucessor para A Redenção dos Corpos).

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