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segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Mugo - The Overwhelming End pra download



Lançado no ano passado, o segundo disco do Mugo - The Overwhelming End - acaba de ganhar versão oficial em download.









Disponibilizado pela própria banda, o disco pode ser baixado com um par de cliques aquiThe Overwhelming End é sucessor do elogiado Go To The Next Floor, álbum lançado em 2009 e que trazia o hit "Screams", uma das melhores músicas daquele ano.









Death Metal Angola



Vegan Black Metal Chef




segunda-feira, outubro 08, 2012

A nova do Mugo



Enquanto The Overwhelming End não sai, a banda vai servindo uns aperitivos.





Depois da marretada de "Human Hate", o menu agora vem com mais uma faixa do segundo disco do quarteto: "Cause and Effect" não economiza na selvageria e vai dando pinta de um Mugo cada vez menos new e cada vez mais metal.









Mugo - The Overwhelming End



Mugo + Ikaro Stafford (Kamura)




sábado, agosto 11, 2012

terça-feira, maio 15, 2012

Mugo - The Overwhelming End



Prestes a lançar seu segundo álbum - The Overwhelming End, o Mugo dá o serviço sobre o disco novo no vídeo abaixo.





Se o sucessor de Go to the Next Floor trouxer pelo menos uma peça do calibre de "Screams" ou "Insane Path" na tracklist, o grupo continua tendo meu respeito.






















quinta-feira, maio 03, 2012

Mugo + Ikaro Stafford (Kamura)



Mó climão Bruxa de Blair.





A farra aí foi no Bananada, domingo passado, e pode até não parecer, por causa do áudio prejudicado, mas essa música é boa pra caralho.








Mugo - Screams (Clipe)











quarta-feira, maio 02, 2012

Bananada 2012 - Mugo + Vida Seca



Depois da abertura com o Gloom, no sábado, o Bananada 2012 seguiu com sua programação dominical na Ambiente Skate Shop, onde a turma do metal se reuniu para os shows de Aurora Rules, Kamura, Mugo e Krow (esse último, de Uberlândia - MG).


Mugo

A T-30 tomada por centenas de camisetas pretas denunciava que o pátio interno da loja já estava lotado e se o respeito à vizinhança mantinha o volume do som bem baixo, o público do Mugo ignorava o “detalhe” e se debatia satisfeito em frente ao palco. Ocasionalmente a rodinha de pogo espremida no gargarejo perdia a noção do espaço e derramava a garotada nos degraus que levavam ao corredor lateral e à minirrampa, mas a despeito dos hematomas adquiridos na queda logo a turba se levantava e refazia o mosh pit.

Na segunda feira a festa foi no El Club, com as discotecagens de Thelma e Loiuse, Lucas Manga (Banda Uó) e Rômulo Chaul.

Ontem, lá no Centro Cultural da UFG (Praça Universitária), aconteceu a abertura do MOVIDA, a mostra de videoclipes e documentários musicais promovida pela Vivo. Depois da sessão o Vida Seca assumiu o palco, dessa vez como trio, e fez o número musical da noite. O show do grupo, que faz experimentos percussivos com sucata, tem um efeito antes plástico que musical, já que a estrutura “cerebral” de suas músicas não tem grande variação e seu maior apelo se concentra nas ferramentas com que as faixas são construídas. Música para ver, não para ouvir.


Hoje a programação segue com o MOVIDA, à tarde - no CC UFG, e shows de Hellbenders e Ultravespa no palquinho de veludo do Bolshoi.















Fora Marconi II - Veja as Fotos







sábado, março 31, 2012

Bananada 2012 - Os 10 Primeiros Nomes da Programação



Depois de anunciadas as presenças de Jards Macalé e do White Denim, o Bananada divulgou mais alguns nomes de sua programação - que vai do dia 29 de abril até 06 de maio.




De modo que a coisa está assim, até agora:

Jards Macalé (RJ)
White Denim (EUA)
Forgotten Boys (SP)
Aeromoças e Tenistas Russas (SP)
Talma & Gadelha (RN)
Black Drawing Chalks (GO)
DJ Lucas Manga - Banda UÓ (GO)
Mugo (GO)
Gloom (GO)
Cambriana (GO)



Além desses, o Red Boots - do RN, também deve vir para a festa. Mais nomes do line up ainda serão divulgados nos próximos dias, e os shows do festival se dividirão entre os palcos da Ambiente Skate Shop, do Club El Club, do Bolshoi Pub, do Metropolis Retro, do Diablo Pub e do novísssimo Centro Cultural da UFG / Praça Universitária.




























quarta-feira, novembro 03, 2010

Goiânia Noise 2010

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Não é de hoje que o Goiânia Noise Festival monopoliza as atenções do independente nacional em novembro, recebendo, além das bandas convidadas, um batalhão de produtores agentes e jornalistas, o que transforma a cidade no epicentro da movimentação indie brasileira do período.




Expandido para o meio da semana desde 2008, o festival será mais uma vez realizado no tradicionalíssimo Centro Cultural Martim Cererê (já que as mobilizações para a reabertura do C.C. Oscar Niemeyer deram com os burros n’água, pelo menos em 2011 2010), com um apêndice dominical no pátio da Ambiente Skate Shop encerrando a programação.


Mas é o primeiro dia de festa que você não pode correr nenhum risco de perder. Nascido para ser grande, o trio instrumental Macaco Bong traz a Goiânia o show que estreou, em janeiro último, no Auditório Ibirapuera em São Paulo, e que foi montado também no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (onde ocorreram as gravações de seu primeiro DVD, cujo conceito colaborativo de captação de imagens tirou o público da passividade e deu a ele a co-autoria do filme). Macaco Bong e Convidados, o show, reúne num mesmo palco o pianista indie-erudito Vítor Araújo e o naipe de metais do Móveis Coloniais de Acaju, além dos tambores do Jack, percussionista do Porcas Borboletas. Originalmente, o encontro ainda contava com a presença de Siba, ex-Mestre Ambrósio, atual Fuloresta do Samba.


À época do show, rabisquei aqui as seguintes linhas sobre o áudio da première, em SP:


Se o jazz, até então, não ia além de uma intuitiva e habilidosa insinuação, em meio às ondulações eróticas e gatilhos de violência instrumental, nessa reunião superlativa o diálogo entre a concupiscência da guitarra de Bruno Kayapy e a esperteza melódica do piano de Vitor Araújo, encaixado por sobre o frenetismo calculado dos metais e o reboar oco da percussão, arrastaram as belas suítes do grupo para perto da síncope perfeita.



E como ontem foi Dia de Los Finados...


Já na quinta feira será a vez dos santos de casa praticarem o milagre, e a dobradinha de Mugo e Violins tem tudo pra segurar a turma até o fim da noite. Na sexta, a pedida é o quarteto lo-fi argentino El Mato A Un Policia Motorizado, dono de um show absurdamente intenso. Mais pro fim da noite, antes do Krisiun reger a massa cabeluda e botar abaixo o teatrinho-caixa-d’água, o grande lance é aproveitar o ambiente teen-free da “arena” ao lado para assistir ao show do Otto, que em Goiânia não deve se abster dos palavrões que escondeu para entrar na trilha da novela da Globo.


No sábado, dia de line-up menos atraente, o destaque possível é o show do Musica Diablo, ainda que meu interesse seja menos por estima que por pura curiosidade, mesmíssima sensação que a única atração internacional da noite, o também quarteto The Mummies, desperta em mim. E no suplemento dominical da festa, a única banda que talvez me tire de casa é o Galinha Preta, melhor grupo de hardcore comediante do Distrito Federal.







quinta-feira, setembro 24, 2009

Esplanada do Rock!

Depois de passar o sábado perambulando pelo Conic, onde gastei um bom tempo jogando conversa fora na Kingdom Comics - espécie de Champyoship Vinyl dos quadrinhos, passei na arena do Porão do Rock, montada ali perto, na Esplanada dos Ministérios, pra acertar meu credenciamento antes do almoço. O sol que assava a capital federal já descia a ladeira.


Black Drawing Chalks
Foto por Noêmia Elisa.


Mais tarde, no começo da noite , quando cheguei à arena pronto para a festa e descobri que a El Mato A Un Policia Motorizado já tinha feito seu set, me culpei gravemente pelo rodízio de galetos que encarei no almoço, pouco antes do horário marcado para a banda argentina subir ao palco. Depois de uma ceia farta regada a vários chopps, eu e a minha turma fomos obrigados à horizontalidade, e o show do El Mato eu devo ter gasto encostado num travesseiro, tentando digerir uns duzentos galetinhos fermentados na cerveja.

Mas se eu havia perdido a atração que, para mim, era a principal da noite, me senti livre do line-up e fui especular, pela primeira e única vez, o palco Pílulas, que incrivelmente era localizado ATRÁS do palco principal.


Voltei a tempo para ver o Ludov, mas como o show da banda paulista não empolga ninguém, comigo não seria diferente. Enquanto descobria que durante sua apresentação o Cachorro Grande, que tinha tocado imediatamente antes, havia reclamado insistentemente do volume dos monitores, se desentendido com o pessoal da técnica e abandonado o tablado no meio do show (depois eles voltaram), tentava me afastar ao máximo do palco principal, que agora era dominado pela banda local Elffus, espécie de arremedo terceiro-mundista de um AC/DC sem inspiração.


O Black Drawing Chalks subiu em sequência, e a despeito da atual supervalorização que dá uma medida falsa de seu poder de fogo em cima do palco, meia-hora de posse das atenções de milhares de pessoas provou que a banda pode não ser tudo o que andam dizendo por aí, mas já tem algumas balas na agulha.


Eagles of Death Metal
Foto por Noêmia Elisa.



Depois do Black Drawing Chalks descer do palco, havia chegado a hora de separar os homens dos meninos. Josh Homme, baterista original do Eagles of Death Metal (e líder do Queens of the Stone Age) não veio, ocupado que deve estar com o Them Crooked Vultures, mas em seu lugar mandou Joey Castillo, baterista do próprio Queens Of Stone Age.

Exageros nos clichês da diplomacia pop à parte (“Amamos o seu país”, “Vocês são ótimos”), o set foi preenchido com guitarras de puro apelo rock, dançante, e sexualmente provocante, apimentadas pelo frescor que o talento caricatural do guitarrista/vocalista Jesse Hughes imprime ao espetáculo, e pela exatidão explosiva e caótica que escapa da bateria de Joey Castillo.


Sepultura
Foto por Noêmia Elisa.

Na sequência, o Sepultura deu pança no Mugo e subiu ainda mais o volume do palco principal. Enquanto a banda entrava em cena e cada um ia tomando seu lugar, me veio à cabeça um velho hino-de-guerra da torcida de um Corínthians perdido no tempo, que desdenhava do astro do Palmeiras em detrimento de seu próprio.

“Chora Porco Imundo/ Quem tem Viola Não Precisa de Edmundo”.

No primeiro estrondo do show, a constatação brilhante: quem tem Jean Dollabella não precisa de Joey Castillo! Mais à vontade no posto, Jean já não reproduz os clássicos do Sepultura com aquela fidelidade reverente, e se arrisca com uma segurança empolgante ao imprimir sua marca pessoal a hinos do metal consagrados nas baquetas de outro. Enquanto isso Andreas Kisser aparentava um entusiasmo de iniciante, ainda que sua guitarra soasse como a de um profissional.

O Sepultura pós- Max Cavalera ainda não produziu nenhum clássico do calibre dos violentos hits de sua era dourada, e o mais provável é que não produza nada equiparável. Mas o que a sintonia alcançada por essa formação apresenta no palco, é algo próximo do genial.


Dado e a "Legião Urbana"
Foto por Marina Marques


Prejudicado pela reconfiguração de última hora do line-up, o Mugo pegou uma platéia exausta, que já havia gasto litros de suor durante o show do Sepultura e tentava se recuperar para o show do Angra, que felizmente fora empurrado para o final. Fora isso, o som, em volume bem mais baixo e aparentemente sem a devida atenção dos técnicos, embaralhava os riffs em agudos irritantes. Mesmo assim a banda goiana ainda conseguiu arrancar alguma reação da multidão.


No domingo fui de salada no almoço, mas mesmo assim cheguei à arena já com a noite ocupando o horizonte. Esbarrei com o Paralamas do Sucesso no palco principal, e se meu humor já não estivesse abalado pelo bafo quente vindo da segunda feira, teria sido mais paciente: Paralamas é bom de palco, mas na ocasião eu não era uma boa platéia.

Depois do Paralamas, a necrofilia da arte se espalhou pela Esplanada dos Ministérios e a imagem anacrônica, fixa nos telões, do choro histérico de uma garotinha diante de uma Legião Urbana aleijada, foi a cena de despedida de uma noite que só entrou na minha programação por engano.





O que você vai fazer hoje à noite? - Quem manda o convite é a Gabriela Munim, da Tronco Produções:

Hoje tem Black Drawing Chalks no palquinho de veludo vermelho do Bolshoi, às 22 horas. O ingresso custa 15 reais antecipado e 20 dinheiros na portaria do pub. Vai lá?



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